Cidadao 22

Insta: @gustavolvl. Se é dever dizer o que sem mestre aprendi da vida digo: a natureza tem tudo mas cada coisa de sua vez. É simultãnea como o conhecimento: sabe-se bem uma coisa por causa de várias que se sabem mal. E tive paz quando soube que antigos me tinham deixado isto mesmo.

Ribeirão Preto - SP

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  • Fonte: c-h-4-n-g-e-s
    • Há 1 semana
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  • “Paciência é uma qualidade admirável, que quando passamos a aprender a te-la nos sentimos em um nivel de maturidade maior, principalmente se estamos em um relacionamento sério…”
    — Pensador (via esflores-er)
    Fonte: esflores-er
    • Há 1 semana
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  • Fonte: vibepositiva2017
    • Há 1 semana
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  • O Caminho do Meio

    leaferbr:

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    Nosso mundo ocidental é repleto de símbolos famosos, mas muitas vezes pouco compreendidos. Um bom exemplo é o Yin Yang. Diferente do que se lê muito por aí, o Yin Yang não se resume a significados simples, mas representa boa parte da sabedoria contida em uma das principais e mais antigas filosofias orientais, o Taoismo.  Sobre essa doutrina, ainda falarei muito em futuros textos. Hoje irei focar apenas no que está diretamente relacionado ao símbolo do Yin Yang. Primeiro, é importante falar da visão taoista para a origem de tudo que conhecemos. Pode parecer complexo, mas não é. O Taoísmo é um bom exemplo de filosofia que prega a aceitação do desconhecido, algo que já mencionei no texto anterior. O termo Tao (pronunciado Dao) significa Caminho, e foi escolhido justamente para evitar uma palavra que fosse personificada em um algo ou em um alguém. Dessa forma, abraçando o termo Caminho, o Taoísmo reconhece não saber o que existia antes da criação do mundo que conhecemos, nem o que existirá depois de nossa morte. Acredita apenas em um Caminho de boas virtudes, que representa a essência pura de nosso antes, e que nos reconduz a essa origem pura em nosso depois. Para o Taoísmo, tudo o que conhecemos está no chamado Tai Ji. O Tai Ji compreende o universo, todos os astros, o sol e a lua, o céu e a terra, a natureza, todos os elementos, seres e objetos, todos os sentimentos que somos capazes de sentir, todos os nomes que conhecemos. Por isso, o Tai Ji é também chamado Com-Nome, e representa o Tao (ou caminho) manifestado em sua totalidade. Já no estado anterior ao Tai Ji, está o Wu Ji. O Wu Ji seria o vazio original, ou o que quer que seja que havia antes da nossa existência. Por esse caráter desconhecido, o Wu Ji é também chamado Sem-Nome, e representa o Tao absoluto. A partir do vazio absoluto do Wu Ji surgiu o mundo manifestado do Tai Ji, e tudo o que conhecemos (incluindo nós mesmos) advém dessa mesma origem única. Entretanto, o ser humano possui uma visão marcada pela dualidade, sendo incapaz de reconhecer naturalmente essa unidade entre tudo e todos. É justamente nesse ponto que temos o Yin Yang. Basicamente, o Yin Yang representa a dualidade humana, na qual tudo possui dois lados opostos. Essa dualidade é fruto da comparação, ou indo mais além, é fruto do ego humano em julgar e classificar tudo o que vê através de suas opiniões pessoais. O preto e o branco, o céu e a terra, o belo e o feio, o alto e o baixo, o certo e o errado, o bem e o mal, são exemplos de inúmeras situações de dualidade resultantes da ilusão de separação formada pelo Ego. A princípio pode parecer um papo bem abraçador-de-árvore, mas não parece tão maluco quando você lembra que seu corpo é formado basicamente de água e carbono, e não sobrará nada muito diferente disso quando você partir.. Em todas as versões desse símbolo, o Yin (preto) e o Yang (branco) sempre convergem em um ponto central ou em um vazio, chamado Xuán (ou Mistério) que representa a união original de tudo que conhecemos, e que só encontra a separação no consciente dual da mente humana. Dessa leitura, surge a palavra pela qual o Yin Yang é tão conhecido por representar: Equilíbrio. Nossa mente e nossos hábitos são facilmente levados a extremos e desequilíbrios que são os grandes causadores de nossos problemas, desilusões e enfermidades. Em uma de minhas frases favoritas, a tradição taoista prega que todo o excesso é perverso. Esse pensamento é facilmente aceito em questões negativas como vícios, ansiedade, depressão ou stress. Mas o desequilíbrio está também presente no excesso de coisas boas, como quando o amor pelo outro suprime o amor próprio, o zelo por um filho resulta em mimo e super protecionismo, um hobby acaba se tornando uma obsessão, ou a ambição leva a uma vida voltada ao trabalho e ao futuro, sem dar a devida atenção ao presente. Até mesmo a paixão, tão enaltecida no mundo ocidental, é entendida como um desequilíbrio em muitas tradições orientais, na medida em que nos coloca numa visão superficial, idealizada e deslocada da realidade, dificultando nossa aceitação dos fatos como realmente são. Logo, aproveitando para dar sentido ao título desse blog, o segredo de uma vida saudável está na constante busca pelo caminho do meio. O caminho distante dos extremos e do Ego, que passa pela consciência de que tudo que conhecemos está unido por uma mesma origem, e que nos permite assimilar a real essência de virtudes como o amor genuíno, o silêncio interno, a compaixão, a humildade e a simplicidade.

    Fonte: leaferbr
    • Há 3 semanas
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  • (via secretouniverse)

    Fonte: fengshuidana.com
    • Há 3 semanas
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  • Fonte: cantodeflores
    • Há 3 semanas
    • 795 notes
  • Fonte: resilienciahumana
    • Há 2 meses
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  • cantodeflores:

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    Fonte: cantodeflores
    • Há 2 meses
    • 4064 notes
  • Fonte: vibepositiva2017
    • Há 2 meses
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  • “O grande problema do nosso sistema democrático é que permite fazer coisas nada democráticas democraticamente.”
    — José Saramago.   (via segredou)

    (via segredou)

    Fonte: recomendar
    • Há 2 meses
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